Voltar

O sector das comunicações em 2017

Ouvir com ReadSpeaker
13.11.2018

A ANACOM divulgou o relatório “O sector das comunicações em 2017”. Conheça as principais tendências de evolução do consumo associadas à prestação de serviços de comunicações eletrónicas e de serviços postais no ano em análise.

Este relatório é publicado apenas em formato eletrónico.

Relativamente aos serviços de comunicações eletrónicas, destacam-se as seguintes conclusões:

  • Quanto ao número de assinantes, a MEO liderava no telefone fixo móvel e na Internet, enquanto que a NOS liderava na TV paga.
  • As redes de alta velocidade registaram cobertura de 69,9% dos alojamentos em Portugal, um aumento de 5,9% em relação ao ano anterior.
  • Aumentaram os atributos das ofertas de serviços disponíveis: aumento dos serviços por oferta e dos atributos associados, como por exemplo o tráfego de Internet, velocidades e equipamentos.
  • A fibra ótica passou a ser a principal rede de acesso (38,6% dos acessos).
  • Cresceu a velocidade de download de banda larga fixa e o número de canais: Cerca de 63,1% dos acessos de banda larga fixa tinham velocidades anunciadas de download iguais ou superiores a 100 Mbps. Ceca de 3 em cada 4 lares com TV paga dispunham de mais de 100 canais.
  • A oferta de serviços em pacotes de serviços contribuiu para um aumento da penetração de serviços.
  • Os serviços over-the-top (OTT) foram cada vez mais utilizados: Em 2017, cerca de 32% dos indivíduos fizeram chamadas de voz/vídeo pela Internet, e 54,7% dos utilizadores de telemóvel usaram o serviço de mensagens instantâneas. O video streaming on demand (VOD) foi subscrito por 6,1% dos indivíduos.
  • Tráfego de Internet, voz móvel e roaming atingiram máximos históricos: em 2017, cada acesso de banda larga fixa gerou, em média 76,1 GB por mês. Quanto à banda larga móvel, o tráfego mensal por utilizador ativo foi de 2,46 GB. Associado a entrada em vigor do Roam Like At Home, também o tráfego de roaming registou o mais aumento de sempre (+229%).


No que respeita aos serviços postais, são de referir as seguintes conclusões:

  • Os CTT continuaram a ser o principal prestador em Portugal, assumindo uma quota de tráfego de 92,2%.
  • Verificou-se uma tendência de decréscimo do tráfego postal, associada à utilização das comunicações eletrónicas em substituição dos envios tradicionais. No entanto, as encomendas internacionais de entrada cresceram devido ao comércio eletrónico.
  • O número de trabalhadores diminuiu 0,2% e o número de pontos de acesso à rede aumento 0,9%.


Para mais informação poderá consultar em ANACOM.pt a versão integral do Relatório, que é publicado apenas em formato eletrónico.